quinta-feira, 8 de abril de 2010

PONTO FRACO

A formação primeira veio do acaso

e na reação manteve forma

de mousse dos Deuses à gororoba

da cana e do açúcar, mel e tristeza

estranha firmeza de homem delicado

desencana

descompensado,

bagaço sem álcool, azedo e insosso

REALIDADE

A CORDA já não garante o elo

AGORA,

dois pontos coexistem

em mundos diferentes

AMARELOU

.

(Meliane Moraes)

sábado, 3 de abril de 2010

FESTA DO BOI



SÁBADO 03/04
às 17h
Pça do boi no morro do querosene.

quarta-feira, 31 de março de 2010

ÚLTIMA FALCATRUA

Balada e teatro ou Teatro balada. A peça é dentro do vegas, no bar, palco, em todo ambiente. Ótimas performances e texto com muito humor. A personagem que faz cinema na faap dá o que falar e se envolve num filme pornô, confusão na edição e créditos para o espertinho Sicky Boy (Looser) meu preferido, ha ha.

Lero lero da Ideia Fixa.

Lero lero da Veja Sp.

UMA DOSE de poesia

A vida é um incêndio:
nela dançamos, salamandras mágicas.
Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!
Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...

(Mário Quintana)

sábado, 27 de março de 2010

INTERC@MBIO.COM


Bacanérrimo os blogs do INTERC@MBIO.COM (Jornal da Tarde, Globo.com). Narram experiências de jovens intercâmbistas pelo mundo. Um casal em Londres, Arianne Thral e Marco Estrella; o blog do Christiano Reis, em Tóquio; do Rodrigo Aguiar, em NY e da Thais Venosa, em San Diego. Contos de vida.

terça-feira, 23 de março de 2010

OLHA AÍ



Vencedor do Oscar 2010 de Melhor Filme Estrangeiro O SEGREDO DE SEUS OLHOS desbancou o preferido da academia A FITA BRANCA de Michael Haneke (Alemanha) e passou a frente do israelense “AJami” Scandar Copti e Yaron Shani, do peruano "A Teta Assustada, de Claudia Llosa e do francês "O Profeta", de Jacques Audiard. Segundo Oscar argentino nessa categoria, o primeiro foi com “A História Oficial”, de 1985 (Luis Puenzo). “Salve Geral” de Sérgio Resende representaria o Brasil no Oscar, mas não se classificou entre os finalistas.
Roteiro escrito pelo diretor argentino Juan José Campanella (O Filho da Noiva – 2001 / O mesmo amor, a mesma chuva - 2000) com ajuda do próprio autor do livro adaptado, Eduardo Sacheri, “La Pregunta de Sus Ojos”. Trata-se da iniciativa de Benjamim Espósito (Ricardo Darín), um defensor público aposentado, escrever um romance sobre a investigação de um crime hediondo (estupro) não solucionado há 25 anos do qual não pode esquecer por sua consciência e também esse caso ser o marco de sua decisão em sair da cidade onde corria risco de vida e se afastar de Irene Menéndez Hastings (Soledad Villamil), sua chefe no tribunal. Omitiu o amor que sentia por ela, de família rica e tradicional e se contentou com a empatia para com o marido da vítima, o tímido bancário Ricardo Morales (Pablo Rago) que após ter conseguido se casar com a bela mulher que almejava tem seu amor interrompido e precisa lidar com essa ausência.
O livro busca respostas do passado sobre o caso Morales e tenta resgatar a história de seu grande amor platônico com o intuito de fazer diferente e apostar a última ficha. Esclarecer a consciência através das lembranças de Espólito e de Irene, procurada para ajudálo no romance.
Em meio as investigações analisa fotos antigas do casal e verifica um personagem sempre presente a OLHAR obsessivamente para Liliana Coloto (Carla Quevedo) num gestual mais evidente que a linguagem numa atmosfera que contamina.
O defensor tem um parceiro alcoólatra, Pablo Sandoval (Guillhermo Francella) figuraça que ajuda a desmitificar os bastidores do Judiciário onde também há disputa de poder, traições e algo de injustiça. Culpado da prória vida pelo alcoolismo adquirido na insatisfação com o trabalho , Pablo na tentativa de redenção faz justiça com o próprio corpo, como que para provar o seu real valor. Tem uma passagem de humor inteligente onde Espósito e Sandoval procuram pelo Assassino Isidoro Gómez (Javier Godino) com uma única pista baseada no insigth de Sandoval após uma bebedeira. AS PESSOAS MUDAM TUDO, MENOS DE PAIXÃO. Então acabam esbarrando no réu num estádio de futebol. Cômico!
Em busca das respostas nos deparamos com duas perguntas que nos levam a reflexão.
O que seria a pena e a justiça para um assassino? Para a família da vítima?
Conseguíriamos suportar a dor da ausência do amor interrompido violentamente, impune, sem nos contaminar pela vingança e pelo “olho, por olho, dente por dente”?

Meliane Moraes



História Oficial

IN - EDIT

FESTIVAL INTERNACIONAL DO DOCUMENTÁRIO MUSICAL

SÃO PAULO
18.03 a 28.03


RIO DE JANEIRO
02.04 a 08.04


Veja a programação no site oficial.

OFICINAS DE HQ E ILUSTRAÇÃO >> GRÁTIS


Oficinas de HQ e Ilustração gratuitas em várias bibliotecas públicas da cidade com diferentes profissionais.

Veja a programação completa com todos os lugares, horários e telefones no blog do Ilustrador e um dos oficineiros Weberson Santiago que "tuitou" a informação no Desingflakes.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

BIKE TRIP >> ESTRADA REAL

Saída hoje de São Paulo, rodoviária Tietê, viação útil, com destino a Mariana. Bike, alforges e empolgação. Em duas pessoas faremos um trajeto da estrada real de Mariana à São João Del Rei (caminho velho) , como a intenção é curtir e conhecer as cidades históricas e pessoas que por lá moram, vamos nos jogar ao sabor de imprevistos. Pedalaaaaaaaaaaaaaa!

Ps.: Para saber um pouco sobre a ESTRADA REAL e MINAS GERAIS.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

VEJA

E-mail Marketing da Editora Abril.
Boa sacada... VEJA

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

...

Todo final feliz acaba em reticência...
PONTO

...

Todo final feliz acaba em reticência...
PONTO

segunda-feira, 2 de novembro de 2009



"Metade adorada de mim...

...Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu..."

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

INDIE 2009

Último dia >> CORRE

"As retrospectivas presentes na Indie 2009 reafirmam esse possível ideário do cinema independente, e são dedicadas aos cineastas Brillante Mendonza, Naomi Kawase e Philippe Grandieux.
Uma produção intensa e transgressora que convida o público para o exercício do olhar que reflita a condição humana, por meio de muitas histórias poéticas que traduzem a fluidez da vida."

Danilo Santos de Miranda

Diretor Regional do Sesc São Paulo

Presidente do Comissariado do Ano da França no Brasil


Site Indie

Escória


Ao pé da árvore (linda trilha)

sábado, 19 de setembro de 2009

À Deriva


À Deriva tem roteiro e direção de Heitor Dhalia em parceria com a cineasta e atual namorada Vera Egito. Diferente de "O Cheiro do Ralo" e "Nina", baseado em obras literárias, trata-se de uma ficção com um tanto de autobiografia, pois o diretor viveu a infância na praia e testemunhou a separação dos pais.
Uma jovem de 14 anos, Felipa (Laura Neiva, encontrada via orkut e msn) assiste ao fim do casamento dos pais e consequente desestruturação da família enquando enfrenta as dificuldades e os ritos de passagem para a vida adulta. Projeta a relação dos pais no início da sua sexualidade e tenta lhe dar com a queda do esteriótipo de "pais heróis".




Curta de Vera Egito:




Site Oficial do filme

Blog do Filme

sábado, 29 de agosto de 2009

IN DICA >> sacola redutora a vácuo

Dá até vontade de entrar numa loja dessa, sinto-me uma pessoa organizada só de olhar.
Entre os mil e um produtos mega interessantes, escolhi a sacola redutora a vácuo como "must have". Para fazer malas de viagem ou mesmo ornanizar o guarda-roupa. Chamadas no exterior de "space bags", já a venda em terras tupiniquins e euzinha apenas não sabia da existência desse produto, mas sabia que precisava, rs.


Um edredom de casal,
mais um travesseiro:
redução de 53% na altura.





(foto do EFETIVIDADE.NET)




Dá uma olhadinha no post do EFETIVIDADE que o cara explica tudooooo.

Vou de TAXI

Antes de sair de casa com endereço certo para diversão em tempos de lei seca, podemos calcular o valor do taxi, ótimo para quem adora uma planilha, principalmente em tempos de crise e sustentabilidade.
O site TAXI.COM.BR calcula o valor da corrida baseado na informação de origem e destino e fornece o valor exato em Bandeira 1 e 2, além de apontar rota no mapa e ainda especificar caminho passo a passo.

Minha pesquisa teste foi da Avenida Ipiranga, 100 até a Avenida Brasil, 100.
R$18,56 bandeira 1
R$24,14 bandeira2


Para quem não mora no eixo Rio-Sp, o serviço é disponível em várias capitais. Bom também para evitar voltas naquela cidade em que não conhece.

Ps.: Um único problema. Mesmo voltando de táxi sem o perigo do bafômetro e de colocar vidas em risco, vc terá que se preocupar em lembrar o endereço de volta pra casa, kkkkkkk. Saia com o papelzinho no bolso...

"Just wanna have fun"

sábado, 22 de agosto de 2009

terça-feira, 4 de agosto de 2009

PAIXÃO E TRANSFORMAÇÃO

Paixão é encantamento, idealização do outro. Não existem defeitos, apenas o desejo da fusão, de ser um só, de poder ser acolhido e acolher. Não existe nada em volta, tão somente dois em um. Na natureza, sem paixão não existiria atração, desejo de fusão, de acasalamento, como na dança dos animais, um processo natural de atração mútua. Não é permitido ver defeitos, falhas - o feio e o não atraente não existem. Somente encantamento.

Paixão é criança "pulando feito pipoca" quando os pais chegam. As crianças precisam idealizar os pais para se sentirem protegidas e amadas. Não é permitida nenhuma desilusão nesse encantamento. Crianças não têm sustentação para entrar em contato com os defeitos dos pais, precisam ser mantidas dentro da imagem ideal.

Na paixão - a forma mais infantil de amar - os apaixonados não suportam desilusões, nem que o outro não corresponda à sua idealização. Muitos se desiludem dizendo: "Não era o que eu imaginava...". Pessoas assim têm medo de crescer e passam a vida de uma paixão para outra. Com a permissividade atual, estamos na era da "fast-paixão". Corremos o risco de infantilizar a forma de amar, sem suportar relações que vão além da idealização.

Esse é o amor idealizado! Crescer é dizer adeus às ilusões. Aí chega a fase da desilusão, do desencantamento que vem com a adolescência: "Meus pais não são o que eu imaginava...". Se a paixão leva à fusão, a desilusão leva à busca da própria identidade: "Sou diferente dos meus pais, não penso como eles".

Sem desilusão, a pessoa não cresce e não se diferencia. Muitos casais buscam se manter na paixão para não se desiludir, infantilizando a relação.
A desilusão destrói o encantamento, mas traz realidade, identidade e individualidade. Nesse momento, os dois lados têm medo da ruptura e voltam a nutrir bons sentimentos. Mas surge depois outra irritação e tudo vira intolerância, implicam com tudo e, novamente, morrem de medo de perder um ao outro.
Esse é o ódio idealizado porque como amor idealizado não é real, é na verdade uma projeção de afetos!
Assim chegamos à fase adulta, em que podem admirar as qualidades e suportar os defeitos do outro, encontrando equilíbrio entre o amor e ódio, sentimentos antagônicos que juntos constroem a têmpera do Amor Adulto.
Numa festa de bodas de ouro, perguntaram à noiva como foram os 50 anos ao lado daquele homem. Ela respondeu "Foi duro!Mas eu gosto dele, fazer o quê?!"

(Edson Galrão de França - psicólogo clínico, psicoterapeuta corporal e consultor de empresas)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

LOKI



Tive o prazer de assistir ao show dos mutantes (com Zélia Duncan) no parque da Independência em 2006, mas não tinha idéia de quanto isso significava para o Arnaldo. Fui porque gostava dos Mutantes, sempre fui fã e não entendia também porque a Rita Lee saiu da banda e recusou o convite para voltar. O filme joga um pouco de luz sobre a história, sem explicação, a dúvida permanece, porém a admiração por Arnaldo aumenta e podemos sentir a angústia e a incompreensão sufocando. No disco Loki e no filme está claro o quanto o primeiro amor significou para ele.

Link para discografia do Mutantes,Arnaldo Baptista e pressbook do filme. No PIRATA DO ROCK.
Twitter do filme.

 Arnaldo Baptista - Ce Ta Pensando Que Eu Sou Loki


Música...

sexta-feira, 24 de julho de 2009

UMA RESPOSTA

O Livro da Solidão
Cecília Meireles

Os senhores todos conhecem a pergunta famosa universalmente repetida: “Que livro escolheria para levar consigo, se tivesse de partir para uma ilha deserta…?”

Vêm os que acreditam em exemplos célebres e dizem naturalmente: “Uma história de Napoleão.” Mas uma ilha deserta nem sempre é um exílio… Pode ser um passatempo…

Os que nunca tiveram tempo para fazer leituras grandes, pensam em obras de muitos volumes. É certo que numa ilha deserta é preciso encher o tempo… E lembram-se das Vidas de Plutarco, dos Ensaios de Montaigne, ou, se são mais cientistas que filósofos, da obra completa de Pasteur. Se são uma boa mescla de vida e sonho, pensam em toda a produção de Goethe, de Dostoievski, de Ibsen. Ou na Bíblia. Ou nas Mil e uma noites.

Pois eu creio que todos esses livros, embora esplêndidos, acabariam fatigando; e, se Deus me concedesse a mercê de morar numa ilha deserta (deserta, mas com relativo conforto, está claro — poltronas, chá, luz elétrica, ar condicionado) o que levava comigo era um Dicionário. Dicionário de qualquer língua, até com algumas folhas soltas; mas um Dicionário.

Não sei se muita gente haverá reparado nisso — mas o Dicionário é um dos livros mais poéticos, se não mesmo o mais poético dos livros. O Dicionário tem dentro de si o Universo completo.

Logo que uma noção humana toma forma de palavra — que é o que dá existência ás noções — vai habitar o Dicionário. As noções velhas vão ficando, com seus sestros de gente antiga, suas rugas, seus vestidos fora de moda; as noções novas vão chegando, com suas petulâncias, seus arrebiques, às vezes, sua rusticidade, sua grosseria. E tudo se vai arrumando direitinho, não pela ordem de chegada, como os candidatos a lugares nos ônibus, mas pela ordem alfabética, como nas listas de pessoas importantes, quando não se quer magoar ninguém…

O Dicionário é o mais democrático dos livros. Muito recomendável, portanto, na atualidade. Ali, o que governa é a disciplina das letras. Barão vem antes de conde, conde antes de duque, duque antes de rei. Sem falar que antes do rei também está o presidente.

O Dicionário responde a todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras, longas, acomodadas na sua semelhança, — e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegantes, nem sempre decentes, — mas obedecendo á lei das letras, cabalística como a dos números…

O Dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações.

E as surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido! Raridades, horrores, maravilhas…

Tudo isto num dicionário barato — porque os outros têm exemplos, frases que se podem decorar, para empregar nos artigos ou nas conversas eruditas, e assombrar os ouvintes e os leitores…

A minha pena é que não ensinem as crianças a amar o Dicionário. Ele contém todos os gêneros literários, pois cada palavra tem seu halo e seu destino — umas vão para aventuras, outras para viagens, outras para novelas, outras para poesia, umas para a história, outras para o teatro.

E como o bom uso das palavras e o bom uso do pensamento são uma coisa só e a mesma coisa, conhecer o sentido de cada uma é conduzir-se entre claridades, é construir mundos tendo como laboratório o Dicionário, onde jazem, catalogados, todos os necessários elementos.

Eu levaria o Dicionário para a ilha deserta. O tempo passaria docemente, enquanto eu passeasse por entre nomes conhecidos e desconhecidos, nomes, sementes e pensamentos e sementes das flores de retórica.

Poderia louvar melhor os amigos, e melhor perdoar os inimigos, porque o mecanismo da minha linguagem estaria mais ajustado nas suas molas complicadíssimas. E sobretudo, sabendo que germes pode conter uma palavra, cultivaria o silêncio, privilégio dos deuses, e ventura suprema dos homens.

Ps.: DICIONÁRIO PARA QUALQUER EXPLICAÇÃO...
Se a aposta é perdida qualquer surpresa é bem vinda...

E NEM A LUA...

"Que garantias tens em vida?

De Morte morrida?

De morte matada,

digo nada.

Nem isso...

O amor nem tudo resiste

Forte, fraco, alegre ou triste

Há, Há, e nem a lua se arrisca.

Palpita pra lá, palpita pra cá

Conselho assim não se dá

Vá, deixa a vida levar

O presente assistir

Um dia o coração para

E a garantia?

VENCIDA.

E o amor?

Existe...

Bem longe daqui

Egoísta, sozinho, calado

NO CONTROLE,

Sem pilha, sem vida, parado.

Morte matada aos amantes,

Delírios errantes."

(Meliane Moraes)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Uma imagem vale mais do que mil...


Mariana Massarani, ilustradora. (atenção para a ilustra amarelei e fiquei comendo biscoito na areia)

terça-feira, 14 de julho de 2009

A procura de um olhar (2)

"Duplicada em músculos muito mais oxidados e não menos afetivos, outra cidade e seus transeuntes, São Paulo surge nas imagens de Mauro Restiffe, como porto mais urbano e frágil, porque para ver a cidade é preciso saber que ali existe uma especialidade psicológica que se chama alma. Esse é o dilema de quem fotografa São Paulo e não percebe o seu corpo em chamas, fragmentado, individual, eu , eu, eu, onde há massacre, chuva, sangue e paixão".

(Diógenes Moura)

"Pensei em São Paulo e no seu entorno. Pensei no mar, na fuga. Naquele que habita outro espaço que nada mais é do que uma extensão territorial do mesmo. Pensei no tempo, na velhice, na natureza. Numa pausa que a cidade necessita, mas nunca alcança".

(Antoine D´Agata)

Tiago Santana